beneath my hands

“Escondidos nas minhas mãosos teus bonitos seiossão o ventre às avessas de pardais caídos que respiram ainda. Quando te moves ouçoo ruído de asas que se fechame de asas que desistem.  Fico sem palavrasporque estás deitada a meu ladoporque as tuas pestanas são o esqueletode minúsculos frágeis animais. Quando me chamas e tão perto me dizesque o […]